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quarta-feira, 11 de maio de 2011

do que o amor é capaz

sei pouco
do que o amor é capaz.
Hoje
ele me virou as costas e disse:
-se quiser, venha me agradar.
Tive vontade de mandá-lo às favas
mas, cheia de dengo,
abanei-lhe o calor
cafunezei seus cabelos.
E ele, manhoso:
- só porque eu reclamei não vale.
Antes de eu protestar, determinou:
- fica fora uma semana
aí você morre de saudade
e volta bonzinha.

5 comentários:

  1. Poesia,cronicas,contos, pinturas são
    alimentos da alma,parabens gostei dos seus
    poemas.
    Um abraço e sucesso para voce.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Tenho do lado de cá, "sul-matrogrossense" uma amizade "do lado dae", a negra e efervescente Zizelle... Ontem lemos seus poemas e nos aproximamos através deles para matarmos a saudade de tempos em que tinhamos mais tempo para desfrutar tudo! Tomei a liberdade de postar seu link no meu facebook! E continuo lendo seus escrito!
    Há momentos, que só "belas combinações de palavras" nos "aquietam em 'exaltação'"!!!

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  5. Um abraço Yara, bela forma de aproximação, a poesia.

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